A Perfumada Cozinha Árabe
06/03/2009
Desde 1955 na região da 25 de Março o Jacob é conhecido não só pela sua idade mas também pela excelente cozinha que possui. Hoje com algumas filiais e ainda comandada por uma família Libanesa o Jacob mantém o ambiente à moda antiga e com muito charme, seus pratos possuem um perfume especial e delícias como quibe cru e frito, arroz marroquino, coalhada seca (a melhor que já comi), homus, babaganuche, tabule, espetinhos e a famosa linguiça Síria(com carne bovina e de carneiro temperadas com vinho e outros condimentos). Nos tempos em que eu trabalhava em São Paulo procurava passar por lá ao menos três vezes por mês, hoje fica só na lembrança aqueles sabores todos, pois a distância e o trabalho só me permitem ir raramente. Dos três endereços o mais gostoso é o da R. Florêncio de Abreu, 65 – ao lado do mosteiro São Bento, das 11h30 às 15h30, R$ 29,90 o kilo
Fenavinho 2
04/03/2009
A Fenavinho entre outras coisas serve para que o pequeno produtor possa mostrar seus produtos ao mercado e deixe de ficar restrito a uma pequena região, no caso o Sul do Brasil. Vinhos de qualidade tem sido produzidos por essas vinícolas chamadas de “boutique”, e com o trabalho na Fenavinho e bem provável que eles comecem a chegar mais facilmente ao consumidor. Como não tive a oportunidade de ir e conheço só alguns poucos, segue a opinião do Didú que esteve por lá.
Fenavinho Brasil
03/03/2009
Maratona Gastronomica
28/02/2009
Anjou-Samur
17/02/2009
Sub-Região francesa que pertence ao Vale do Loire é mais conhecida pelos seus brancos e rosés (que representam 45% da produção local) do que pelos seus tintos, geralmente de Cabernet Franc. Na última confraria tivemos a oportunidade de degustar dois Anjou Cabernet Franc, um do Domaine Chupin 1999 e outro do Domaine Baumard 2000. Ambos com álcool a 12% e uma leveza típica do Vale do Loire, delicados e um pouco fechados já que não houve decantação, mas com o tempo na taça foi aparecendo um pouco seus aromas. Nenhum surpreendeu, deixaram até uma sensação de que faltou algo, ficando abaixo das expectativas. Por serem comprados por um preço “justo” nas promoções de começo de ano, ficou com um custo/benefício razoável.
Pimentão com Estragão
14/02/2009
Conforme prometido no post anterior segue a receita de antepasto de pimentão:
2 – pimentões vermelhos cortados em tiras
2 – pimentões amarelos cortados em tiras
2 – tomates picados
2 – colheres de sopa de Estragão (pode ser desidratado)
100ml – Azeite Extra-Virgem
sal – o quanto baste
Esta receita pode ser preparada de duas maneiras: no forno, processo mais demorado porém que deixará um gostinho bem leve de defumado e no fogo, processo mais rápido. Dessa vez eu fiz no fogo, coloquei 1/4 do azeite e refoguei os pimentões, depois acrescentar o tomate e por último o estragão, mexendo por 10 minutos mais. Desligar o fogo e deixar esfriar um pouco, depois acrescente o restante do azeite e o sal. Deixar apurar na geladeira por 12 horas. Pode acompar uma salada, uma carne ou só um pãozinho italiano mesmo.
Coalhada Seca
13/02/2009
Sempre adorei a culinária Árabe, principalmente o antepasto: Homus, babaganuche, coalhada seca, entre outros e resolvi tentar fazer em casa algumas delas. Comecei pela coalhada seca…hummm que delícia, já tinha tentado fazer uma vez do jeito que minha mãe me explicou mas não deu certo, o leite não coalhou e ficou horrível pois depois de tentar escorrer não sobrou nada. Desta vez peguei várias maneiras de fazer na Internet e eis os resultados:
1 – Há nos supermercados um potinho tipo esses de iogurte só que de coalhada, então é só colocar essa coalhada em uma terrina e deixar escorrendo por 12 horas. Resultado: é pratico mas não fica lá essas coisas.
2 – Fazer o mesmo processo usando somente o iogurte. Resultado : não tem nada haver com coalhada seca.
3- Ferver 1 litro de leite e esperar amornar, o ponto é quando você conseguir colocar o dedo no leite por 10 segundos. Feito isso adicione 1 pote de iogurte integral e misture bem. Guarde em uma vasilha com tampa dentro do forno envolto em um pano de prato ou até mesmo um cobertor por 12 horas. Ao retirar do forno você terá a coalhada que deverá ir para um coador tipo de esses de café ou um tecido com a trama bem fininha para escorrer somente o soro. (Eu uso um coador de inox que para coar óleo). Escorrer por 12 horas. Pronto e só por sal a gosto e umas folhinhas de hortelã. Resultado: Trabalhoso e demorado, mas vale cada minuto. A consistência fica perfeita e o sabor incomparável aos outros “métodos”. Se quiser inventar pode adicionar outros temperos na coalhada seca, algo como orégano, mostarda, molho inglês e por ai vai, mas eu prefiro a tradicional mesmo. Aliás este “método” é aquele que minha mãe ensinou tempos atrás, só que desta vez o iogurte não estava gelado. Vou levar hoje para o pessoal da confraria provar e mais outro antepasto de pimentão que passo a receita no próximo post.
Hamburguer
12/02/2009
Sempre adorei lanches, principalmente os hamburgueres, hummm. Antigamente comprava aqueles da Sadia, Perdigão, etc e preparava-os em casa, mesmo não sendo lá aquelas coisas até porque você já viu e finura (isso mesmo, como são finíssimos) e totalmente sem gosto, para compensar tinha que caprichar nos acompanhamentos para encher o lanche e dar algum gosto. Existe também a opção de comprar em lanchonetes porém o preço não compensa o crime. Hoje prefiro fazer os meus próprios hamburgueres. Após várias receitas fui mexendo aqui e ali e reduzi a esta que segue.
Receita básica:
800g – Carne Moída(patinho, mas estou curioso para tentar com contra-filé)
1 – cebola média bem picada
3 – dentes de alho bem picado
2- colheres de sopa de Molho Inglês
1 – colher de sopa de salsinha bem picada
sal -quanto baste.
Não é necessário farinha e nem ovos para dar liga, depois de misturar tudo numa tigela faça bolinha com as mãos e vá achatando até ficar da espessura que achar bom. Deixe fritar como faria para qualquer carne, ou seja, em pouco azeite e fogo alto deixando 3 minutos de um lado e 3 do outro e pronto. Hoje em dia para montar o lanche uso somente o pão(de hamburguer), maionese(de preferência da marca Kewpie-Japonesa), alface (Americana) e mostarda (dijon forte), porém neste último acrescentei queijo camembert sobre o hamburguer na frigideira
Janeiro é o mês das promoções de vinhos. Acontece em toda grande importadora, vinhos com até 70 % de desconto. O vinho sempre foi caro demais no nosso país, alguns dizem que é pelo imposto que é praticado e outros dizem que é pela ganância das importadoras. O fato é que ambas as partes tem sua parcela de culpa. Uma pesquisa realizada por Oscar Dudt da EnoEventos mostra a brutal diferença entre os preços praticados nas lojas nos EUA e nas lojas aqui do Brasil. Então fica a pergunta” Será que você está comprando vinho com 70 % de desconto ou está pagando um preço que seria justo? “. As importadoras que participam destas promoções são: WorldWine, Mistral, Expand, Vinci, Enoteca Fasano, entre outras. Para compras fora das datas da promoção vale consultar a lista publicada pela EnoEventos e ver qual importadora pratica preços próximos aos praticados lá fora. Em tempos eu já comprei os meus vinhos por preços “justos”.